Nínive

08/02/2010

Mundo

05/02/2010

Mundo, Mundo!!! Meu Mundo!!!

Diante de tanta novidade, tanta opção… as escolhas que faço, as escolhas que fiz, são parte do que agora sou.

Ouvir um som eletrônico, ouvir um rock, ouvir uma MPB….

O que importa agora?… Importa que ouço!…

Assim, como em todos os outros sentidos… paladar; olfato; visão; tato… exerço todos eles.

Este diário eletrônico – que serve só para eu colocar para fora qualquer coisa que extravasa em mim – é o lugar para eu contar que pedi a Deus que mantivesse meus sentidos aguçados… pedi a Deus que eu pudesse sempre estar consciente dos atos que cometo, e dos fatos que ocorrem ao meu redor… pedi a Deus me fornecesse o alimento de cada dia, pois um dia eu deixei de acreditar, e arrependo-me profundamente desta época.

Importa que sinto milhares de coisas ao mesmo tempo… Importa que, neste mundo moderno, sou bombardeada por milhões de estímulos e reajo a todos eles… Importa que quero muito ser feliz neste mundo…

Agradecer por estar viva é muito pouco, mas ainda é muito pouco também o que eu presencio no momento.

Quero mais desta vida… muito mais!!!

Solidão

03/02/2010

A solidão assombra o meu peito,

Mas meu peito pode sentir solidão.

A solidão ancorou nos meus olhos,

Mas meus olhos podem sentir solidão.

A solidão reverenciou minhas mãos,

Mas minhas mãos podem sentir solidão.

A solidão entrou nos meus sonhos,

Mas estes sempre foram meus, parece, agora, que sempre estiveram só.

Não meus sonhos, nem todos os meus sonhos, quase todos os meus sonhos não podem sentir solidão.

Recuso-me!

Confiança

29/01/2010

Quando nascemos aprendemos a confiar em nossos pais, pois são eles que nos seguram em seus braços, nos apoiam, nos levantam. É incrivel esta relação de confiança – no mínimo necessária a sobrevivência do pequeno ser humano.

Na infância passamos a confiar em nossos tios, avós, primos e parentes afins – no mínimo ato necessário; este verbo é para a realização de um ser saudável socialmente, ou pelo menos afetivamente -, mas estes nos orientam quanto a estranhos que oferecem bala ou que apresentam “comportamento estranho”, mas não a qual comportamento se referem.

Na adolescência – época perdida a todo jovem maduro – o verbo confiar é quase inexistente, todas as desconfianças aparecem por necessidade de autoconfirmação. Nesta época nossos pais pedem que não bebamos do copo de outras pessoas, que não nos envolvamos com “pessoas estranhas”, mas desta vez explicam vagamento o que poderia ser estranho – uso de drogas em geral, sexo livre e qualquer ato que possa oferecer risco ao controle ou a aquisição de doenças.

Na maturidade procuramos um par para confiarmos a nossa vida e a educação de nossos filhos; procuramos alguém que possa cuidar de nós quando ficamos doentes; procuramos alguém que possa nos apoiar quando nos sentimos incapacitados; procuramos alguém que possa oferecer o conforto de uma palavra amiga, e a tenacidade de uma repreensão justificada; procuramos alguém que possa dividir nossos contos e cantos.

O difícil é descobrir que toda esta busca de confiança não é mais do que a busca de uma criança pelo seio materno. É a busca eterna pelo alimento das relações humanas. É a fé de que outro ser estará próximo a ti para dividir sua dor.

O difícil é descobrir que a infância deveria ser adulta, que deveriamos brincar menos de forma ilusória, e sermos treinados a dizer não, a repelir o mal que nos procura.

O dificil é descobrir que a adolescência é somente uma fase hormonal e que qualquer confiança é meramente ilusória.

O difícil é descobrir que na maturidade a confiança depositada é unilateral, que qualquer ato de amor pode ser considerado ínfimo, que qualquer pedido de socorro é ato desconfiado.

O dificil é descobrir que não se pode, nem mesmo, confiar em suas escolhas, somente em seus instintos puros, porque a sobrevivência é a palavra de ordem de todo ser humanom, e jamais devemos confiar a nossa existência a um outro ser humano.

É dificil não mais desconfiar.

Astrologia

23/01/2010

Será que Plutão entrou em Vênus?
Será que o cometa sabe que Saturno está em outra casa?
Será que há nebulosa, ou é somente o lampejo de uma explosão?

Sou Taurus, sou Dragão!
Cresci, apareci!!!
Tens ciúmes quando comunico-me com o de Virgem?
Tens ciúmes quando demonstramos afinidade?

Sei dos gostos, defeitos, e desgostos,
Conheço até o cheiro da mudança de idéias,
Sei até quando há o que procurar…hehehe
Deves mesmo ter ciúmes, afinal, sou Sol, Lua e Mar.

Meu menino sabe sempre onde me encontrar,
Conhece os caminhos…, não há como negar.

Se eu quiser, somente se eu quiser,
Quando eu quiser, somente quando eu quiser,
O meu menino estará comigo,
Será infinito.

Ela é carioca

21/01/2010

Minha bela origem,

Minha bela paisagem,
Sou carioca,
Isso não é bobagem… hehehe
Muito orgulho eu tenho de ser carioca! Até versos melódicos existem para mim!!!
Vejam! Não há dinheiro ou amor no mundo q consigam tirar da minha naturalidade a minha feminina paisagem.
Vejam há seios no Rio!
Vejam!
Há beleza até no que não vejo!
Critiquem!
Impliquem!
Mas, eu gosto viu!!! E muito!!!
E VAMOS QUE VAMOS!!! A VIDA ESTÁ AÍ PARA SER CUMPRIDA!!!

De joelhos, e de cabeça – em reverência e agradecimento – , e com as palmas estendidas para o alto – pedidos de graças!

Se precisar, sou como a Fenix, renasço das cinzas.
Quero mais é ser feliz!!!
Meu nome é lindo!!!
Eu sou linda!!!
Sou perfeita, pois fui criada assim!!!
Obrigada DEUS!!!
Amo minha família e meus amigos!!!
Estou aprendendo a perdoar;
Estou aprendendo a me amar, com todos os meu defeitos lindos;
Estou aprendendo que o amor ao próximo é mais que química e menos que devoção.
Estou aprendendo que posso tudo, mas não posso mais que Deus;
Estou aprendendo que todo ser humano é inconstante, inclusive eu;
Estou aprendendo a escutar mais, pois já falei demais, ou seja, o que falo não é mais novidade, assim, escuto os jovens e o mais experientes;
Estou aprendendo a lidar com as minhas dores e loucuras, sem que isso seja motivo de vergonha;
Estou aprendendo que viver é mais do que respirar ou sentir dor; é mais do que lutar ou amar; é alguma coisa a mais que estou aprendendo.
Estou aprendendo que ninguém é insubstituível;
Aprendi que as pessoas me enxergam de uma forma diferente da que eu realmente sou;
Aprendi que posso me surpreender com qualquer um, em qualquer ato;
Aprendi que ainda tenho muito mais a aprender!
Acredito que a humanidade pode seguir novos caminhos.
Acredito na bondade e na maldade, e sei que podemos diferenciá-las.
Acredito que somos frutos de nossas próprias escolhas.
Acredito na ciência, bem como numa força maior.
Acredito que tudo que imaginamos e vislumbramos é possível, pois a máxima, pelo menos para mim, é:
TUDO O QUE SE PODE IMAGINAR É REALIZÁVEL!


Para que se preocupar com o que eu penso? Viva e vá ser feliz!!!



Pra que se surpreender com o que as pessoas são capazes?

Surpreenda-se com a incapacidade das pessoas, pois só há duas alternativas: elas foram ceifadas do Dom dado por Deus; ou elas não usam o Dom dado por Ele!!!


E não usar o Dom Divino é renegar o espólio da existência!… que já é breve demais, pela própria natureza!!!

Me deixem ser feliz e vão viver suas próprias vidas!!!

Do verbo veio meu verso,

Do anonimato veio um verbo,
Comprimento denota outra coisa do meu menino, não o do cílio,
Cumprimento é a poesia que encerra o desconhecido desejo que vem do espelho da alma do meu menino,
Rasgaria o verbo, não fosse o cumprimento do desconhecido,
Minha profissão é o escolhido, o por mim cumprido,
Minha naturalidade é aleatória, escolhida por Ele,
Com muito orgulho sou Advogada, sou do Rio.
Dedicado ao anonimo que diz conhecer a intensão de meu intento.

Querer…

08/01/2010

Quero tanta coisa…

Quero o menino de olhos amendoados, e cílios fartos cumpridos;
Quero o doce do açaí com o azedinho do morango;
Quero ter o cheiro de coco na pele, debaixo de um sol escaldante;
Quero ter o gosto de mar na boca, enquanto mergulho no profundo azul;
Quero sentir a brisa suave de uma tarde de outono;
Quero sentir a leve ardência de uma pimenta diferente;
Quero poder cansar os pés em busca de um raio de cor diferente;
Quero poder tentar acertar uma argola no parque de diversões;
Quero estar cansada de trabalhar, mas não cansada do meu trabalho;
Quero estar ciente de que basto eu para ser feliz, mas ter a mão ao meu lado.
Quero tanta coisa…

Hoje deparei-me com um catálogo de escolhas. Quanta indecisão!!! Até sei o que quero, mas muitas vezes não sei o por quê de querer tal coisa. Qual motivação ou sentimentos estão escondidos nas escolhas que fazemos?

Segurança?
Conforto?
Desejo?
Sinceramente, eu gostaria de aliar todas as vantagens que poderiam existir, mas tal sorte não é uma constante em todos os momentos e aspectos de uma vida.
Na verdade, o que eu quero é ser feliz. Qualquer um quer isto, mas a minha felicidade, independente da condição que eu me encontre, é tão tímida, requer tão pouco…
Queria eu precisar de um mundo vasto para ser tão feliz.

A Natureza do Amor

30/12/2009

No Banquete de Platão, a profetiza Diotima de Mantinéia ressaltou para Sócrates, com sincera aprovação deste, que “o amor não se dirige ao belo, como você pensa; dirige-se à geração e ao nascimento no belo”. Amar é querer “gerar e procriar”, e assim o amante “busca e se ocupa em encontrar a coisa bela na qual possa gerar”. Em outras palavras, não é ansiando por coisas prontas, completas e concluídas que o amor encontra seu significado, mas nos estímulo a participar da gênese dessas coisas. O amor é afim à transcendência; não é senão por outro nome para o impulso criativo e como tal carregado de riscos, pois o fim de uma criação nunca é certo.

Bauman – Amor Líquido, pg 21

Seguir em frente

15/12/2009

Nestes últimos dias tenho visitado amigos; reavaliado valores e sentimentos; construído novos relacionamentos; observado pessoas distantes ou desconhecidas; avaliado gestos e atitudes próximos.

Recebi conselhos e sorri.
Tudo que lembrei foi visto.
Acredito que dormi e descansei o suficiente para ter absorvido o que ofereceram-me estas experiências. Aliás, dormir pode tornar-se um vício, delicioso, mas um vício.
O que restou? Restou?…
Não… restar dá uma conotação de perda, eu somei; não perdi nada, somei.
Somei quando reencontrei todos a quem amo, mesmo que estes não acreditem ou não queiram meu amor.
Somei quando identifiquei os sentimentos que projeto nos outros; quando acrescentei novos valores e desprezei os excessos.
Somei quando permiti a aproximação daqueles que demonstram bem querer.
Somei quando acrescentei aprendizados e comportamentos, mesmo daqueles que não conheço.
Somei quando apurei o conceito dos meus atos e gestos, comparando o conceito dos atos e gestos de outros. Contexto é, na verdade, o que define cada atitude isolada.
Somei quando escutei e me permiti ser feliz, sem culpas ou necessidade de justificativas.
Enfim, sigo em frente, com um belo sorriso em meu rosto – marca de toda a minha trajetória – porque sempre fui assim, sempre busquei ser feliz com as ferramentas que estão disponíveis para mim, mesmo que fosse, somente, o meu reflexo frustrado, mas sempre busquei ser feliz.
O sorriso cresce, estampa-se como minha marca, funde-se com outros sorrisos, ou seja, soma para seguir em frente.

Das águas

28/11/2009

Das águas que possuo,

dos desejados suspiros,
do corpo desnudo,
da falta de pudor,
Mas nada é comparável com a prisão que a minha mente criou.
Aguei,
Suspirei,
Desnuda fiquei,
Despudorada estou,
Mas nada é comparável com a água que vem das portas da minha alma.
Criei,
Esqueci,
Lembrei,
Acobertei,
Mas nada é comparável a chance que me dou.
No repouso do leito ficou a mancha rubra… isto sempre ocorreu assim… mas agora eu estou segura, pois não estou só em mim.
Estou no outro que me acolhe,
Estou no outro que quer me mostrar que a vida continua,
Estou no hálito de quem tem sede,
Estou nos olhos de qualquer um.
Tudo vira novidade em roteiro conhecido, pois os inícios, meios, e, fins sempre serão esquecidos para que possamos acreditar na novidade, novamente.
Da prisão que aos poucos me liberto,
Da missão que tenho em não me ferir,
Da partida doce e tentadora,
Do afago de alguém novo.
Não importa mais, o início ocorreu, era certo, mesmo eu não buscando; mesmo eu fugindo dele; mesmo eu querendo acreditar que grandes amores poderiam existir.
Daí a lembrança que foi lamentada em meus olhos; lágrima escondida já em momento recôndito.
Minha carne exposta, e em feridas de indignação e medicação; urticária, alergia, rubra febre dérmica.
Eu mereço o novo; eu mereço que outro venha adentrar, pois o que foi feito não pode ser reparado; pois o amor perdido não pode ser resgatado.
As águas,
A nudez,
A mente,
A vez.
Eu mereço uma oportunidade de divertir-me, uma oportunidade doce que me exalta; uma oportunidade sincera e sem expectativas; uma oportunidade dócil e que vê em mim a unicidade e a dignifica.
Frente ao espelho manchado pelas águas que derramei,
Imagem minha, borrada por tamanho pranto,
Vejo-me novamente; esguia; magra; uma menina,
Vejo-me ardente não só das urticárias, mas ardente na alma tenaz; na alma sagaz; na alma infantil de querer viver e ter a sorte de um amor tranquilo.
Vou dar esta chance a mim.
Eu mereço,
Eu mereço ser feliz.
Haverá alguém como eu.
Há alguém como eu.
Eu me copio,
Eu me toco,
Eu me retoco,
Eu me reinvento.
Porque a água é a única que realmente não é impedida quando está em grande volume, e, lembro perfeitamente que em várias ocasiões repetiram várias vezes que as minhas águas são claras, mas profundas e vastas, fortes e velozes, capazes de dar a vida e de destruir.
Eu aguo,
Eu forte,
Eu veloz,
Eu vida,
Eu sou a água.
Eu destruo.
Eu construo.

Existência

28/11/2009

Acabaram de citar que o homem só compreende seu papel em todo o universo quando observa que e finito. Aí sim o homem passará a entender a sua humanidade, pois nasce, vive, fere, morre, como qualquer ser que sabemos existir.

A necessidade de preservação de uma unidade, ou seja, de uma única vida deve ser, no mínimo a prioridade de cada um.
A minha preservação, portanto, está em estar perto de quem realmente me ama, estar perto do que me faz feliz – embora confusa no que eu deseje ou entenda como felicidade para mim – mas estar perto sem me ferir.
Até mesmo aquele que te ama incondicionalmente, sua mãe por exemplo, é capaz de te ferir, e a unicidade de preservação é acionada.
Muitos reagem de várias formas para preservarem-se: há os que agridem; há os que se fazem de vítimas; há os que se ausentam em si mesmos; há os que culpam terceiros. Eu estou na categoria dos que se afastam, já percebi isto, pois por diversas vezes pratiquei o afastamento. Ontem mesmo pratiquei o afastamento da minha amada irmã. Amada sim, mas senti-me agredida, então, por momentos que sei que são breves, pratiquei o afastamento.
Essa unicidade de preservação; essa consciência de que tudo é finito, permite-nos, inclusive, optar como nos mostraremos ao mundo. Neste momento opto por mostrar a verdade que acredito, ou seja, a que vivo, embora possam existir outras concepções para os fatos recentes.
O mais importante disto tudo é que continuei a viver, embora obrigada a me afastar de pessoas que eu amo; embora obrigada a me afastar de ambientes que gosto; embora obrigada a readaptar-me, eu vivo, sempre sobre oração, vigiando a mim; vigiando a intenção e atitude dos outros; vigiando o que me cerca, inclusive para poder apreciar a vida que vivo.
Engraçado como uma pessoa pode lhe dizer uma frase que eu já tinha escutado diversas vezes, mas como esta pessoa é especial eu prestei um pouco mais de atenção no sentido que isto trazia para o meu cotidiano.
Eu sou finita nas minhas virtudes e nos meus erros; sou humana e imperfeita, precisando saber apreciar melhor a vida e guardar-me melhor dos outros que me prejudicam ou me prejudicaram, mesmo que sem querer ou por um breve momento.
Infinito e Perfeito só Deus. Conhecedor de todos os perigos e sabores, só Deus. Onipotente só Deus.

Atualizações

23/11/2009

Como todos sabiam, eu era casada,
Casada com o coração e com o meu corpo, até que a avassaladora memória do ciclo da vida levou meu amor.

Fui trocada por uma mulher de 25 anos – que coisa mais cliche – óbvio, eu nunca vi um homem trocar de mulher, sendo a nova mulher, mais velha do que a antiga mulher.

Também fui apelidada fraternalmente,
Assim, mesmo perdoando é incapacitante manter-se uma relação com um irmão. Foi exatamente assim que ele, se definiu.

Se doeu? Mas é claro que doeu! A dor foi tanta que invadiu até meu espírito e a minha alma.

A dor foi tanta que levou-me da Vastidão de sentimentos à Loucura de ações e acontecimentos.

Mesmo assim, compreendo que foi necessário sentir toda esta dor, pois dizem que a dor é um fator de amadurecimento.

Se amadureci? Ainda não sei, saberei assim que envolver-me num novo relacionamento – o que não será difícil, pois não faltam pretendentes -, mas eu quero um tempinho pra mim, um tempinho pra descobrir que eu vivo bem comigo mesma.

Celibato? Não!… posso namorar, mas me envolver… só mesmo se aparecer uma nova paixão, um novo grande amor que, embora eu não espere que aconteça, como a vida é cheia de surpresas, quem sabe?

Quem sabe?

Quem?

Sabe?

Novas visões

15/11/2009

Eu acreditava, somente, no que enxergava,
Acreditei, também, no que senti,
Mas, atualmente, espero que o mundo surpreenda-me.

O gosto do negresco de mesma denominação,
A audível alegria alheia,
A certeza do acontecimento, e a necessidade de afastamento,
São, no mínimo, sensações que preterem meu desprezo.

Eu adiei demais o retorno da verdade,
Mesmo que a verdade fosse o que li em dia de reunião fraternal:

“A verdade é que você mente todo dia”.

E a mentira para si mesmo, mesmo que seja a pior das versões da verdade, muitas vezes, é a única visão do que é a vida.

Viver em uma única reunião, para um único, e exclusivo, objetivo pessoal, é ato extremamente egoísta; quero extirpar tal comportamento e adotar novas visões.

Não fosse a minha capacidade de renovação; não fosse minha sanidade independente; não fosse a cognição dos meus próprios estímulos; talvez eu não estivesse aqui, pois o abandono foi certo, e covarde.

Novas visões acolheram meu peito em mesmo apelido; novas visões fazem, de mim, uma pessoa melhor.

Não mais importará a escolha alheia, porquê eu encontrei, em mim, o real propósito da existência egoísta e única; tão singular quanto cada inspiração que travei em peito.

Novas visões trarão meu tempo,

Novas visões sanearão meu despertar.

O estranho, que ao ninho adentrar, trará, mesmo que uma mentira, uma nova visão.

É isto que quero enxergar.

Transformação

29/09/2009

Independente de qualquer fonte ou termo,
Tudo passará por transformação.

Todo amor,
Toda dor,
Toda tristeza,
Toda beleza.

Importa que,
No caráter de cada ato,
Na premeditação de cada laço,
Conhecemos a intenção pessoal do indivíduo.

No fim,
Tudo se complementa,
Tudo se desvenda,
Demonstra a que veio.

Finalmente conhecemos o sentido do ciclo vital,
Não importa a intenção imposta, mesmo que seja de terceiro.

A sobriedade da natureza é irretratável,
Ela,
Enfim,
Encontrará um meio.

Em memória

21/09/2009

Novamente,
Vem à mente,
A memória da minha gente.

Na rima dos Rios,
Risos,
Tios,
Primos.

No detalhe desatento,
Da marola que vem do vento,
Do tilintar das águas,
Destinos das mágoas.

Deixei de não lembrar,
Quis acalentar,
Toda melancolia que vem do mar.

De pequena eu quis viver,
Algo mais iria acontecer,
Sem medo de sofrer,
Entreguei-me ao anoitecer.

Essas eram as minhas memórias,
Esquecidas no batente do meu nariz,
Porque um dia eu quis,
Um dia achei que poderia ser mais feliz.

Não fosse o desalento,
Não fosse o acometimento,
Não teria lembrado o que desmemoriado.

Acreditar

19/09/2009

Quero acreditar na conspiração de cada partícula que existe neste Universo.
Quero acreditar que o mundo é feito de todas as possibilidades positivas.
Quero acreditar que os rótulos a que fui imposta são removíveis.
Quero acreditar que os rótulos que impus serão removidos.
Quero acreditar que o amor se renova.
Quero acreditar que há dignidade.
Quero acreditar que há paz.
Quero acreditar na ternura.
Quero acreditar.
Quero.

Morte

11/09/2009

Quando morre algo dentro da gente é muito difícil olhar adiante.

Ficamos cedos na dor da perda de algo que fazia parte de nós.
Ficamos estúpidos com qualquer coisa que nos cerca.
A dor física é inevitável.
Não podemos obrigar alguém a nos dar amor.
Não podemos obrigar o mundo a nos aceitar com dor.
Queria eu poder ter um elixir que resolvesse todo o desengano.
Queria eu não sofrer desilusão.
Morreu dentro de mim um pedaço grande.
Morreu na data de aniversário do oitavário da referência juvenil.
Não creio mais.
O cheiro da morte é crestado.
A mudança ocorreu.

Nascimento

08/09/2009

Porque o processo de escrita é tão espelhado, mesmo assim, muito salgado.

Porque ser eu mesma é tão irreal.
Porque pensar de fora é tão difícil, e ao mesmo tempo tão prazeroso.
Porque o tom rosado do crepúsculo traz uma delicada esperança.
Porque tudo tem seu início, meio e fim.
Porque o meu entardecer é tão melancólico que o anel vital – para mim, latente – é dolorido como um parto.

Lembro de um filme que tinha este título, ou não. Mas, de fato, o que importa o título de um filme que seria o título ideal para este “post”?

Então…
Sortes do dia. Horóscopos a parte. Visitações e popularidade suspensas. Cobertas sentimentais. Monotonias repetidas.
Mesmo com toda ou qualquer movimentação, a minha Terra parou.
Busco respostas que não foram respondidas, pois a pergunta, sequer, retumbou.
Encontro padrões de inércia.
Chacoalho meus sentidos, pois não é possível que só eu esteja vendo, repetidamente, o mesmo retrato.
Faço o maior drama para que a importância seja minha. Mas, não importa, porque a TERRA parou.
Queria poder ter a força dos heróis, e carregar o mundo nas costas. Levar a TERRA até o eixo que eu quero ou aguento, mas …
eu não posso, sequer, dar o pontapé para colocar a TERRA para andar, pois não vejo o meu pé.
Não choro. Não respiro. Não vejo.

Depois que passa o medo do desconhecido, e que estabelecemos metas para tatear o caminho, fica a pergunta:

- É possível recomeçar?
Dadas as circustâncias da descrença – o negrume cerca o que a vista poderia alcançar – a possiblilidade de obter-se acalento em um aparo irreconhecível é opção assustadora.
Quisera eu ter tido o discerrimento enquanto o esmaecido acontecia, eu perdida em seio próprio – único lugar que aparentara ser seguro.
Pudera eu levantar o brado libertário daquela biografia – recôndito do pecado alheio.
Conseguisse alcançar a almejada boa fortuna – felicidade utópica e romântica dos sonhos de menina – estaria em gargalhada notória.
Este é o olhar arrependido! Este é julgo dos vencidos! Aqueles que buscam sobejos da âncora, em meio a escuridão.

Aquela Cor

26/08/2009

Ontem e hoje, a cor negra tomou meu coração!

Digo coração porque é o órgão mais lembrado por nós quando falamos de sentimentos.
Sem poesia, nem trocadilhos, nem eufenismos ou metáforas. Mas eu estou lutuosa.
Morreu dentro de mim algo que jamais deveria morrer, porque jamais deveria existir, a fé no próximo. A fé no ser humano.
Já disse a muitos que desconfio até da minha própria sombra, mas agora já não desconfio, acuso.
Primeiro digo que há um culpado, e será aquele que estiver com a vítima em seus braços.
Algemarei, trancafiarei, isolarei e depois escutarei o indivíduo.
Dependendo do comportamento que este indivíduo tiver vou admiti-lo ou não no tribunal da minha consciência. Senão, sequer terá o direito de ser ouvido, será executado, o indivído.
Mesmo que o indivíduo seja a minha sombra. Meu coração negro não dará chances para eu ser enganada novamente.
A cor negra de minha alma será a fúnebre lembrança de que um dia eu tive fé no ser humano.
Não duvido de mais nada, pois a premeditação que encontro nos outros é a que eu invejo para mim.
Ai! Doi! Como o lugubre é dolorido!
Ser negro doi! Entendo agora a negritude de um ser humano, porque eles precisam afirmar-se.
Entendo agora a exclusão e a ausência, porque é preciso ter luz para existir.
Negro, negra, negrito, preto, escuro e funesto!
Maldito seja aquele que tornou-me excluída em meu próprio corpo!

Gonzaguinha

Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita…

Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz…

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita…

E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!…

E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão…

Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo…

Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor…

Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer…

Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser…

Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte…

E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita..

Reservando minha acanhada biblioteca – enfim, encaixotando minhas preocupações – encontrei um pequeno livro que remete às ditas ilusões.

Abri o caderno – confesso que um pouco desconfiada – para saber em qual pilha colocaria – se largaria o livro ou o levaria. Sua capa é laranja, com um apagado sol desértico, e, na fronte, um gavião, sobreposto ao sol, planando de asas abertas em direção ao nascente.
O autor – Richard Bach – escreve de forma concisa e, mesmo assim, poética e, propositadamente, quase infantil. Mas, o que realmente me chamou a atenção foi uma anotação no verso da capa com a assinatura simples da minha avó. Carmen – lindo nome – escrito em inclinação, com toda a tenacidade da personalidade que Carmen tinha – minha avó.
A anotação diz: “Para todos os meus filhos, netos, tataranetos e etc. Estarei sempre com vocês. Carmen. Dez 1996″.
Não senti o aperto no peito do qual, agora, motivou-me a escrita, mas sim uma curiosidade, pois na 1ª página um novo manuscrito é observado. Nesta nova inscrição – dedicada especialmente à Carmen – há tanto a repetição da palavra amor que, ao fim do arrazoado, encontra-se a expressão ‘criar laços’ – escrito exatamente entre aspas – para sinonimamente referir-se ao amor.
Não tive escolha, li o pequeno caderno, cheio de belas ilustrações de aves e com exatos versos. Lido, sentido e chorado – é exatamente assim que devo expressar o momento breve que o livro trouxe – pois lembra que eu quero ter a esperança de encontrar sempre o amor, o laço que aquela amada Carmen – minha avó – ensinou-me.
O conto do caderno é simbólico e, ao fim, expressa que qualquer distância – em vida ou após a vida – jamais seria distante, pois o sentimento de bem querer representa a própria vida, ou seja, o amor representaria a própria vida, pois jamais existirá a morte quando lembra-se do amor – esta foi a interpretação que ficou estampada em mim.
Tola, romântica, confusa ou infantil, – qualquer adjetivo dado à mim – seria apropriado chamar-me.
Chorei o que guardava, chorei a vontade de possuir a fé, a esprerança, pois a saudade física da amada Carmen – minha avó – é muito grande.
Enfim, continuarei encaixotando. Continuarei diminuindo o que carrego e tentando apanhar pequenas preciosidades que minha vida guarda. Continuarei a lembrar daquela que amo, Carmen. É certo que, mais uma vez, ela esteve aqui – dentro de mim.
Te amo vovó!

A Sombra

07/08/2009

À Sombra de tudo…

O exame dos sonhos que vislumbram um futuro próximo.
Encontrei assombro de conduta,
Que busca na semelhança a aprovação do imoral.
Pobre dos que acreditam que toda aspiração é autêntica.
Pobre de mim que acreditei no seguido encontro.
Pobre de nós que não acreditamos na diferença da sombra.
-É!
Agora sem muitos trocadilhos:
Fui ao Rio na busca de um novo lar, mas é difícil encontrar espaço naquele lugar. Eu sei que é minha terrinha e estou feliz em retornar, mas esqueci que para tudo há dificuldade, principalmente lá.
(-bonitinho né? até rimou! mas, foi bem assim)
Fora o medo da violência – o que restringe os locais onde encontraremos real acalento – as pessoas tem agido sem a mínima preocupação em seguir alguns padrões sociais.
Afirmo isto porquê também estou no lado oposto, pois aqui em Sampa sou procurada por outros que, semelhantes, buscam um lar.
-Sim!
Voltando aos muitos trocadilhos:
À sombra do aceitável, lá encontrei o espicho antiético que, de fato, em todo lugar existe, mas à sombra da minha visão.
Mesmo assim, hoje fui lembrada de que até mesmo os pilares de virtudes podem, de forma equivocada, por ato autêntico de resguardo – afinal, quando nos sentimos ameaçados, no mínimo, nos recolhemos – esquecer da apreciação do juízo humano.
Tão complicado avaliar as situações…
Tão complicado colocar-se no lugar do seu semelhante…
Tão complicado ser único em si mesmo.
Difícil tentar escolher sinônimos para referendar o julgo que todos nós fazemos – mais próprio é dizer que a indignação me toma.
-Bem!
Enfim, mais uma vez meu protesto pelo que entendi das situações que vivi.

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars
This is the dawning of the age of Aquarius
Age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golden living dreams of visions
Mystic crystal revelation
And the mind’s true liberation
Aquarius!
Aquarius!

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars
This is the dawning of the age of Aquarius
Age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!
Aquarius!
Aquarius!

— instrumental and tempo shift —

Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in

— continue to end with concurrent scat —

Oh, let it shine, c’mon
Now everybody just sing along
Let the sun shine in
Open up your heart and let it shine on in
When you are lonely, let it shine on
Got to open up your heart and let it shine on in
And when you feel like you’ve been mistreated
And your friends turn away
Just open your heart, and shine it on in


Noite

27/07/2009



















Foto: Virgínia Figueiredo


Noite!
Ontem decidi que descansaria durante o dia e,
Consequentemente,
Trabalharia durante o início da noite…
Recordo os carnavais da minha juventude,
Quatro dias de pura alegria, sem necessidade de descanso.
Noites e mais noites com os amigos, bebendo, fumando.
Como eu era resistente!
Nesta noite, perdi o tempo de sono,
Uma pequena desgraça laboriosa ocorreu.
Como todo castigo é pouco,
O sono não apareceu.
Linhas e linhas sumiram no meu horizonte arenoso,
Os sinos modernos tilintaram,
As cores da tela misturaram a Luz!
Noite, Noite…
Zangada comigo.
Só porquê eu a tinha esquecido…
Noite, Noite…
Que no meu cansaço embala,
Todo o vigor da minha fala.
Como questionar a Noite?
Ela cumpre o seu papel!
Noite! Ser sua amiga é beber do fel!
Cansei!
Vou sucumbir ao negrume do leito,
Aturdir com o ritmo dos soturnos.
Noite!
Que lânguida a demora do seu fim!
Noite…

Guardo na Memória

21/07/2009


“Guardo na memória”.

Esta frase é clichê em músicas, poemas, pensamentos…
Mesmo assim, quero usá-la,
‘Guardo na memória’.
É a única frase que realmente lembro com consternação.
‘Guardo na memória’.
É o único alento do relato da minha vida.
Quisera eu avivar o momento memoriado,
Para daí apartar os vadios instantes de todo o meu conto.
Mas, ainda assim,
‘Guardo na memória’.
Brinco com o que de principal está gravado…
Cheiros; gostos; toques; sons…
Tudo misturado,
Feito vitamina.
Assim é mais gostoso!
Na fala da infância,
No tamanho das minhas mãos,
Na amora tirada do pé,
No azulado da alfazema.
‘Guardo na memória’.
As cores do contraste entre a areia e o mar…
‘Guardo na memória’.
Seleta dos meus momentos contados,
contados por quem não sou eu.

Inclinação Vital

15/07/2009

Meu prazer…

Ah!
Meu prazer…
Cada gota, cada distração.
O movimento preenche meus sentidos.
Deleito com o esforço, com a tentativa,
E,
Com o erro.
Na verdade nem importa o alcance do certo – naquele momento – mas sim o ensaio.
Ah! O ensaio…
Que prazer poder ensaiar um gesto, um movimento, um sorriso, um sonho.
Que prazer ser enlaçada pelo toque suave do tecido, ou pela robusta caixa suspensa.
Deleito-me pela elasticidade que plasma a trama em encontro aos meus pés.
Meu circo!
Que prazer!
Volto ao fundo do mar e copio o asterisco vivo.
Ah!
Ainda tenho a loucura de descrever curvas – sempre em companhia.
Que prazer! Não bastasse o meu circo…
Desfaleço ao som sincopado.
O batuque ritma meu coração, minha respiração e meu passar.
Braços enlaçados em uma marola de cachaça,
E,
Ao giro certo o novo encontro.
Ah!
Meu agito!
Minha dança!
Meu prazer!
E eu ainda quero mais!
Ainda busco mais!
Mesmo cansada,
Meu prazer!
Encontro a cada brado – pelo esforço da trama de raquete – o meu prazer…
Ah!
Tudo importa!
Faz-me rir!
Até no inexato que experimento, encontro prazer.
Ah!
Meu prazer…
Minha brincadeira de squash!
Importa que a tudo que é vital,
A tudo que mostra essência,
Eu encontro prazer.
Inclino-me à compulsão.
Não tenha pena de mim!
Compilo meus hormônios a serem meu torpor.
Não há nada melhor!
É meu antigo entorpecente!
Houve tempo que perdi a memória.
Mas, agora, reencontro o meu prazer.
Minha inclinação vital para viver.

Amigos

10/07/2009

Antes de ter a certeza do título deste “post” eu usei o dicionário:

amigo
[Do lat. amicu.]Adjetivo 1.Que é ligado a outrem por laços de amizade: pessoa amiga; animal amigo. 2.Em que há amizade; amical, amistoso: abraço amigo; “Clama uma voz amiga: — ‘Aí tem o Ceará’.” (Manuel Bandeira, Estrela da Vida Inteira, p. 56); “Ouve da minha boca as palavras amigas, / Que te podem salvar!” (Eugênio de Castro, Obras Poéticas, p. 34). 3.Simpático, acolhedor: anfitrião amigo; casa amiga. 4.Que ampara ou defende; protetor: Precisava de uma alma bastante amiga para o auxiliar naquele transe. 5.Diz-se dos países que mantêm relações amistosas ou são aliados: Em 1808 Portugal abriu os portos do Brasil às nações amigas. 6.Benigno, propício: “Ai!, a noite é amiga! / Ai!, a noite é boa!” (Alberto de Serpa, Rua, p. 86). ~ V. números —s. Substantivo masculino 7.Homem ligado a outrem por laços de amizade (1). 8.Companheiro, colega. 9.Aquele que é amigo (4); defensor, protetor: Raimundo Castro Maia foi grande amigo das artes no Brasil. 10.Apreciador, admirador, amante: os amigos de Machado de Assis. 11.Simpatizante ou partidário: Os amigos do Flamengo exultaram com a vitória. 12.Aquele que é dado a um hábito ou um vício: É amigo das longas caminhadas na praia; Infelizmente é amigo do jogo. 13.País amigo: Portugal tem no Brasil um amigo. [Aum.: amigaço (p. us.), amigalhaço, amigalhão; superl. abs. sint.: amicíssimo e amiguíssimo.] 14.V. amante2 (6). Amigo de seus amigos. 1.Aquele que se mostra amigo verdadeiro, excelente; amigo do seu amigo. Amigo do alheio. 1.V. ladrão (3).Amigo do gênero humano. 1.Aquele que aparenta ser amigo de todos, sem ter, em verdade, amizade profunda a ninguém. Amigo do peito. 1.Amigo muito querido; amigo íntimo: “O senhor é um amigo do peito, gente minha, gosto do senhor.” (Antônio Celso Alves Pereira, Rua do Quenta-Sol, p. 178.)Amigo do seu amigo. 1.Amigo de seus amigos: “ativo negociante de vinhos no Porto, amigo do seu amigo” (Camilo Castelo Branco, Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado, p. 5). Amigo oculto. 1.Bras. Numa festa comemorativa em que há troca de presentes, como, p. ex., o Natal, cada uma das pessoas que, após sorteio dos nomes de todos os participantes, oferta anonimamente um presente àquela que lhe coube por sorte. [Cf. amigo-oculto.] Falsos amigos. 1.E. Ling. Palavras que, pertencentes a línguas diferentes, são semelhantes entre si na forma, mas não no significado; falsos cognatos. [O vocábulo port. esquisito, ‘estranho’, e o espanhol exquisito, ‘primoroso’, são falsos amigos.] Meu amigo. 1.Fam. F. amistosa de tratamento; meu chapa; amizade.”

Então amigos…
Vou sentir saudades de todos os novos amigos que fiz aqui em Sampa,
Desde os mais antigos até os menos chegados,
Vou sentir saudades de vocês.

Embora eu não vá sumir,
Embora eu tenha um montão de assuntos para resolver em SP,
Vou sentir saudade de saber que,
No dia certo,
Na hora certa,
Eu encontraria com vocês.

Poderia ser só um: -Como vai?
Eu encontraria com vocês,
Naquele dia,
Naquela hora.

Agora sei que os últimos dias serão preciosos.

Eu vou… digamos… namorar todos vocês…rsrsrs
Vou aproveitar e guardar cada momento que tiver com vocês,
Porque não há palavra mais apropriada, mais gostosa ou mais usada que a:

AMIGO

Pílula

09/07/2009

pílula
Ontem tornei-me uma pílula ambulante…kkk
Assim mesmo, juro que foi assim que aconteceu.
O calor subiu, o frio desceu…

 

Minhas extremidades apareceram e um lápis branco foi riscado em minha pele,

 

Fiquei assim, desfalecida.
Faltou-me o ar,

 

Procurei a calma da farmácia,

 

Procurei a pílula.
Benditas!!!

 

Adoro a tecnologia!!!

 

Adoro a evolução!!!
Há a sede de resultados rápidos;

 

O efêmero dos alívios;

 

Há a busca constante do hedonismo.
E eu não sou outra,

 

senão agora…

 

hahaha!!!

 

Uma Pílula!

Pílula

08/07/2009

Ontem tornei-me uma pílula ambulante…kkk

Assim mesmo, juro que foi assim que aconteceu.

O calor subiu, o frio desceu…

Minhas extremidades apareceram e um lápis branco foi riscado em minha pele,

Fiquei assim, desfalecida.

Faltou-me o ar,

Procurei a calma da farmácia,

Procurei a pílula.

Benditas!!!

Adoro a tecnologia!!!

Adoro a evolução!!!

Há a sede de resultados rápidos;

O efêmero dos alívios;

Há a busca constante do hedonismo.

E eu não sou outra,

senão agora…

hahaha!!!

Uma Pílula!

Cepticismo

06/07/2009

Cepticismo

É a condição da qual eu me aproximo, atualmente.

Já acreditei em tudo e em todos.

Já fui à missa; cultos; reuniões espíritas (de todos os tipos); reuniões exotéricas.

Acreditem! Já busquei muito.

Recebi castigos e graças.

Já fui traída; enganada; usurpada; tolhida.

Sobrevivi! Sou humana.

Aprendi com alguns erros.

E agora? Só por isto virei céptica?

Só por ter passado por tudo que uma pessoa comum passa eu desacreditei?

Sim!

E alguém pode me culpar por isto?

Podem me culpar por querer acertar?

Podem me culpar por querer observar antes de experimentar?

Não!

E, mesmo assim, se eu observar, experimentar e não gostar, vou repelir de mim.

Vou me guardar, me enrolar em meus próprios braços e, olhar para os lados.

Acreditem no meu cepticismo!

Cepticismo

06/07/2009

Cepticismo

É a condição da qual eu me aproximo, atualmente.

Já acreditei em tudo e em todos.

Já fui à missa; cultos; reuniões espíritas (de todos os tipos); reuniões exotéricas.

Acreditem! Já busquei muito.

Recebi castigos e graças.

Já fui traída; enganada; usurpada; tolhida.

Sobrevivi! Sou humana.

Aprendi com alguns erros.

E agora? Só por isto virei céptica?

Só por ter passado por tudo que uma pessoa comum passa eu desacreditei?

Sim!

E alguém pode me culpar por isto?

Podem me culpar por querer acertar?

Podem me culpar por querer observar antes de experimentar?

Não!

E, mesmo assim, se eu observar, experimentar e não gostar, vou repelir de mim.

Vou me guardar, me enrolar em meus próprios braços e, olhar para os lados.

Acreditem no meu cepticismo!